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A idade chega para todos

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A idade chega para todos, inclusive para os animais. É comum que a energia e a disposição diminuam, a visão e a audição comecem a falhar e algumas dores apareçam.

Por isso, os tutores devem estar atentos às mudanças e proporcionar cuidados adequados nessa nova rotina.

          Antigamente um cão era considerado idoso com seis anos de vida. Hoje com os avanços da medicina veterinária, alimentação e cuidados, eles passaram a viver mais e com uma qualidade de vida maior.

          Para que a qualidade de vida seja mantida na melhor idade, é necessário que as visitas ao veterinário se tornem mais frequentes. Um animal idoso tende a ter mais problemas de saúde, tais como, problemas cardíacos, renais e ortopédicos, por exemplo.

          A boa notícia é que você pode prevenir a maioria dos problemas de saúde, se diagnosticado cedo, por exemplo:

  • Uma rotina de passeios faz bem ao coração do seu pet, porém é necessário estar atento aos sinais, tais como tosse e respiração ofegante, estes podem ser sinais de que o coração dele não vai muito bem;
  • Perda de apetite e peso podem sinalizar que os rins precisam de atenção;
  • Dores e dificuldade na locomoção podem indicar o desenvolvimento de doenças degenerativas como a osteoartrite.

Apesar de não possuir cura, a osteoartrite possui tratamento e se realizado corretamente, pode devolver a qualidade de vida ao seu pet idoso. 

Com a administração de Cimalgex, um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) é possível reduzir a dor e a inflamação associadas à osteoartrite. (consulte o veterinário sobre este medicamento).

De qualquer forma, é possível levar uma vida tranquila com um pet idoso, se os cuidados forem redobrados e a rotina adaptada às novas condições, além de muito amor e paciência nesta nova fase.

Dicas

  • Uma das prováveis causas da maior sensibilidade à dor, também nos animais, nos dias frios é que as baixas temperaturas provocam constrição vascular e prejudicam a circulação do sangue no corpo.

    A necessidade de aquecimento da musculatura provoca uma contração que torna algumas partes do corpo mais doloridas, principalmente nas articulações dos animais mais velhos ou que tenham doenças como, por exemplo, a osteoartrite.

  • Você sabia que o focinho é como se fosse a digital de um cachorro? Cada animal da espécie possui um padrão único, o que faz o nariz de um, não ser o focinho do outro.

    A partir dessa informação, uma startup - a Megvii, lança um app capaz de identificar o seu pet. A inteligência artificial garante 95% de precisão nas buscas. Uma alternativa incrível ao uso de microchips destinados para os mesmos fins.

    Como funciona o aplicativo?

  • Um estudo realizado com pets e homens na Europa e publicado na revista European Radiology, revelou que em média, existem mais bactérias potencialmente infecciosas na barba de um homem do que na pelagem de um pet.

    Todos os homens que participaram do estudo tinham altas cargas de bactérias nos pelos faciais, mesmo apresentando condições perfeitas de saúde, enquanto 76% dos pets apresentaram bactérias em seu pelo. Foram consideradas provas de ressonâncias magnéticas nos pelos e no aparelho que realizou a coleta nos animais e nas pessoas.

  • A pesquisa realizada recentemente pela Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena), da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba, mostra que as embalagens de rações não são suficientemente esclarecedoras para os proprietários de cães e gatos.

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